Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007

Pedaço de Arte I

Foi assim mágico como quem vê o que nunca conseguiu.

Algo tão verdadeiro, aquilo que ninguém omitiu

Como se partíssemos de frases, para depois chegar ás palavras.

Primeiro observamos, depois as flores maltratadas

Como se ninguém visse o que estava tão perto

Como os frutos que crescem sem semente em aberto

Tudo tão tranquilo como da paz chegasse o sossego

Como se fugir dali fosse um segredo.

Jamais conseguiríamos entrar e dali não levar uma recordação

Nem que somente fosse a imagem, o desenho da perfeição

Se preservássemos o que realmente é o nosso futuro

Não existiriam dúvidas, nem entraves, seria a luz através do escuro

Seguiremos através de lógicas de razões, ideias para a dinamizar

Seguiremos somente para a Estufa melhorar.

 

Poema de: Andreia Andrade

Estamos abertos à recepção dos vossos poemas. Se tiverem algum interesante, relacionado com natureza, a Terra, sustentabilidade.. qualquer coisa, mandem-nos que nós publicamos aqui com a devida referência ao autor!

Até uma próxima,
Tiago Silva
sinto-me: Poético !
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publicado por Tiago Silva às 23:48

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Domingo, 21 de Outubro de 2007

Vejam o que nós vimos. Sintam o que nós sentimos.

Deixo-vos com algumas das maravilhas que podem ser encontradas na estufa. Espero que possam  sentir pelo menos metade do prazer que nós sentimos quando presenciamos tais monumentos da natureza ao vivo.



A entrada para o  nosso novo Mundo!




Uma pequena passagem que nos fez sentir exploradores, aventureiros.




Uma pequena e tímida beleza, espreitando, discretamente, por trás da folhagem.




Dois mundos próximos, mas tão diferentes um do outro.

Doravante, colocaremos as fotografias anexadas aos textos escritos, em vez e fazermos posts exclusivos para imagens, como este.

Obrigado e contem com notícias para breve.
sinto-me: Um Paparazzi !
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publicado por Tiago Silva às 20:12

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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

O primeiro passo à descoberta.

Hoje fomos dar uma volta. Pusemos de parte os planos, a papelada, a teoria, e lançámo-nos ao desconhecido. Pois é, fomos visitar a estufa sobre a qual ninguém sabe nada.

Não foi tão difícil de encontrar como esperávamos: depressa demos com aquela imensidão de verde, trancada de todos os seus quatro por uma fina rede, verde, rota, que não lhe garantia qualquer protecção. Pois é. Afinal a estufa não precisa de um "empurrão" para recomeçar o seu desenvolvimento... precisa de TUDO. Basicamente, só não precisa de plantas selvagens e comuns, que disso não falta lá.

Bem, vamos por partes, não queremos queimar etapas. Entrámos, timidamente, na estufa. Abismados pela cor, pelo cheiro, pelo estado quase natural da estufa, ficamos estupefactos. Isso não demorou muito, pois imediatamente encontramos um sujeito com uma t-shirt amarela, tratando de um dos vários caminhos cavados na terra, rodeado de pequenas rochas humedecidas, cheios de água turva e parada. Só depois de estarmos la dentro pedimos autorização para entrar. Tal senhor, extremamente amável, demonstrou logo boa vontade em deixar-nos entrar e, inclusive deu-nos algumas informações.

Pois bem, parece que a estufa não anda para a frente por falta de apoios:
- não têm água (por favor.. aquilo é uma estufa!)
- só tem dois trabalhadores, e são voluntários (um donativo à sociedade de louvar)
- não têm plantas interessantes, raras, bonitas; a maior parte do que ali está, é de origem perfeitamente comum, sendo possível encontrar esses espécimenes em qualquer lugar (e, pelo que consta, a Câmara Municipal de Sintra tem viveiros próprios. Aqui está um bonito exemplo de colaboração entre entidades do estado...).

Fora estes problemas mais básicos, temos outros, também bastante estranhos, inseridos no contexto:

- não têm sistemas de rega (mesmo que tivessem água, as plantas teriam que ser regadas manualmente)
- não têm terra nem vasos (ok, também não lhes dão plantas, mas, se dessem, não tinham terra nem vasos onde as plantar)
- segundo o senhor que nos deu todas estas instruções, também precisavam de menos claridade na estufa: era necessário um revestimento duas vezes mais denso, de forma a evitar a passagem de tanta luz.



Mas nem tudo são defeitos. O espaço é maravilhoso. Tudo bem, está com um ar degradado e abandonado, mas é lindo. Só à primeira impressão, somos invadidos por uma sensação de paz, alegria, pureza.. é fantástico. Sem grandes passeios, deparámo-nos logo com pequenos riachos, grandes árvores, com belas e altas folhagens, rodeadas de pequenos arbustos ou fetos, rasteiros, que ocupam grande parte do chão. Minusculos insectos sobrevoam-nos, outros, rodopiando loucamente à volta de algo entre as folhas, não dão sequer pela nossa presença, enquanto que pequenos peixes, uns de cores vivas, outros de cores escuras, quase invisíveis, se afastam de nós à medida que avançamos pelos belos caminhos, já sem gravilha. Quando alcançámos o extremo oposto ao qual entrámos, deparámo-nos com aquilo que nos foi apresentado como "O Castelo": uma pequena estrutura em pedra, que formava uma semi-esfera, qual entrada para um iglo.

É um mundo a explorar. Precisamos de mais trabalho, mas o espaço tem potencial! Precisamos de patrocinadores, ajuda monetária, material, moral... qualquer coisa serve, neste momento.

Um grande bem haja ao senhor António Catarino, que nos forneceu todas estas informações e a todos os que leram isto, e até a uma próxima!
sinto-me: Cheio de ideias !
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publicado por Tiago Silva às 19:08

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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

Quem somos?

Olá a todos.

Nós somos cinco alunos (de nomes Ana Sofia, Andreia Andrade, Joana Marques, Joana Franca e Tiago Silva), da Escola Secundária Stuart de Carvalhais, em Massamá, e a razão pela qual criámos este Blog foi a intenção de participarmos no Projecto Cidades Criativas.

Numa fase muito primordial, as nossas ideias resumem-se bastante facilmente, pelo que passo a explicar o contexto e o motivo da escolha do nosso projecto.

No âmbito da disciplina de Área de Projecto, tínhamos de eleger um projecto que se relacionasse com a sustentabilidade, que é, e passo a citar:

"Condição de uma sociedade ou de um processo de desenvolvimento que consegue a satisfação das suas necessidades, sem comprometer os bens da natureza e sem lesar o direito das gerações futuras de verem atendidas, também, as suas necessidades e de herdarem um planeta sadio e com seus ecossistemas preservados."

Ora bem. Que coisa mais bonita. E arranjar temas "palpáveis" sobre este assunto? Nenhum de nós se estava a sentir iluminado com nenhum tema, pelo que pedimos auxílio da nossa professora adjunta de Área de Projecto.

Esta professora tem um fascínio pelas plantas e por tudo o que com elas se relaciona que ultrapassa tudo o que já vimos. É, de facto, admirável, e só pela maneira de ela falar, consegue cativar até o ouvinte mais céptico. Posto isto, apresentou-nos uma ideia extremamente prática e acessível: fazer um projecto relacionado com a estufa que existe em Massamá Norte.

A maioria de nós, nem sabia que tal estufa existia. Ainda assim, a ideia pareceu-nos interessante e, acima de tudo, exequível. Há uma imensidão de coisas possíveis para fazer com base nisto. Maquetes, ideias para melhorar as condições da estufa, tornar a cuja dita num espaço aberto ao público, num ambiente de lazer, mas também de cultura e de aprendizagem, etc.

Enfim, estamos super-motivados! Vamos finalmente deixar uma marca (por mais pequena que seja) na nossa Terra, e um contributo para as próximas gerações.

Cumprimentos e até à proxima.
sinto-me: Entusiasmado !
publicado por Tiago Silva às 15:57

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